Marketing · Dados e Automaçãociclos

O número de partida, e o que o faz mexer.

Medição limpa, atribuição honesta e testes na página. É a linha de base de tudo o que fazemos, e um serviço por si quando a casa já tem quem faça o resto.

Vamos falar

Não se otimiza o que se mede mal

A maioria dos painéis de marketing mede o que a ferramenta mede por defeito: sessões, cliques, formulários enviados. O que a direção quer saber, quanto custou a venda e de onde veio, não está lá, ou está errado.

E cada canal reclama a mesma venda. Somadas as atribuições das plataformas, a empresa vendeu o dobro do que faturou.

Começamos pelo número que interessa, definido com a direção comercial, e construímos a medição de trás para a frente: eventos, conversões offline do CRM, consentimento e um modelo de atribuição que se possa defender numa reunião.

Depois, testamos as páginas onde a conversão acontece. Um formulário mais curto ou um título mais claro rendem tantas vezes mais do que mais orçamento em media, e custam uma fração.

Analytics, Atribuição e CRO

O que instalamos e o que testamos

Plano de medição

Os eventos que interessam, com nome, definição e dono. Um documento que sobrevive à mudança de agência e de ferramenta.

Implementação

GA4, Tag Manager server-side, consent mode, conversões offline do CRM. Feito para o dado ser fiável antes de ser bonito.

Atribuição

Um modelo escolhido pelo vosso ciclo de venda, e a leitura honesta do que cada canal traz, incluindo o que nenhuma plataforma reclama.

Dashboards

Um painel por decisão: o da direção, o da equipa de media, o do comercial. Poucas métricas, as que mudam alguma coisa.

CRO: testes na página

Hipóteses ordenadas por impacto, testes A/B nas páginas que convertem, e a disciplina de deixar o teste acabar antes de decidir.

Auditorias

O estado da medição atual, o que está partido e o que está a mentir. É por aqui que quase todos os projetos começam.

Como trabalhamos

Como se faz

  1. Auditoria

    O que está a ser medido, como, e o que não bate certo com a faturação. Em duas semanas, um relatório sem rodeios.

  2. Plano e implementação

    O plano de medição acordado com a direção comercial, e a implementação limpa, com testes antes de ligar.

  3. Linha de base

    Quatro semanas de dados fiáveis. O número de partida, por canal e por página, de que tudo o resto se mede.

  4. Testar e melhorar

    Um teste de cada vez nas páginas que convertem, com o resultado a entrar no painel e a mudar a página seguinte.

Sabe quanto custou a última venda que fez?

Se a resposta demorar mais de um minuto, comece por uma auditoria de medição.

Começar uma conversa

Perguntas frequentes

Já temos Google Analytics. Isto não é a mesma coisa?

Ter a ferramenta instalada e medir bem são coisas diferentes. Na maioria das auditorias encontramos conversões duplicadas, eventos sem definição e nenhuma ligação ao que foi faturado.

Que modelo de atribuição usam?

O que fizer sentido para o vosso ciclo de venda, e dizemos porquê. Para ciclos longos B2B, o último clique mente; para compras por impulso, chega. O importante é que o modelo se explique numa frase.

Quanto tráfego é preciso para fazer testes A/B?

Depende da conversão de partida. Com poucas centenas de conversões por mês testam-se mudanças grandes; com menos, faz-se pesquisa com utilizadores e mudanças fundamentadas, sem fingir estatística.

Trabalham com a nossa equipa de dados?

Sim, e de preferência: eles conhecem os sistemas, nós conhecemos o marketing. O plano de medição é o documento comum.